sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

DINHEIRO PRÁ CACHORRO - Ideia n° 5

O Brasil já homenageou ou relembrou uma porrada de gente e de bichos em suas cédulas e em suas moedas.
Pessoas que ninguém nem sabe quem foram já estamparam cédulas.
Augusto Rushi por exemplo foi notório em defesa da natureza e no estudo dos beija flores  mas não foi assim um personagem maior que um Airton Senna.
Escritores tem preferência: Cecília Meireles, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Mario de Andrade... mas nenhum ator, nenhum músico além do Villa Lobos que na verdade era compositor.
Teve até um cidadão ai que foi cédula antes do Google existir que levamos anos para descobrir quem era, tal a falta de projeção que o cara tinha, e a cédula deveria no mínimo refletir a identidade nacional. Então ilustres desconhecidos deveriam  esta fora.
Quantos brasileiros já viram uma garoupa ao vivo ou comeram uma?
Não é uma injustiça com a sardinha, lambari e tilápia?
A arara não estaria ocupando injustamente  o lugar do pardal?


Então devemos mudar todas as cédulas novamente e colocar nelas aquilo que realmente refletem a identidade do povo brasileiro neste momento.
Começando por uma série de cédulas só com cachorros e gatos.
São os animais mais próximos, mais amados e neste momento da sociedade brasileira as companhias e amizades mais próximas e verdadeiras de todos.
Nada de garça, arara, onça, garoupa, mico leão dourado, tartaruga, meu pai do céu, quem já viu um mico leão dourado na vida...

Nenhum comentário:

Postar um comentário