segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES - Ideia n° 2

Quando temos eleições para os cargos de presidente da república, governador e prefeitos, além de ter que escolher entre um monte de candidatos ruins, no final ainda tem o segundo turno onde temos que escolher entre, em geral, os dois mais espertalhões. Você, se não quiser anular o voto ou abster-se, tem que esquecer tudo que falou contra eles e contrariado escolher um que menos não goste,  para mandar em você e em seu bolso e ainda te infernizar pelos próximos quatro anos.
Então não deveria haver o segundo turno. Deveria ser feito um duelo mortal, mas tinha que ser mortal de verdade, com arma de verdade, bala de verdade, morte de verdade, velório de verdade e enterro de verdade. Daí o vencedor - óbvio né? - ganharia a eleição. Então com o passar dos anos ia-se limpando a praça e a política dos picaretas, até porque nem sempre um candidato eleito consegue se manter bonito na foto e se reeleger pela vida toda. Mais cedo ou mais tarde o cara ia dançar num duelo. Os ruins de pontaria então nem se arriscariam  mais em eleições.

MULTAS DE TRANSITO - Ideia n° 1

- Existe uma industria de multas de transito em Embu Guaçu-SP.
Isto me foi dito por uma funcionária do Detran do Poupatempo de Santo Amaro a alguns anos e nesse tempo todo que se passou a industria se alastrou por todos os cantos, cidades, estados...

Então se a multa serve para punir e educar,  também deveria servir para premiar aqueles que não cometem infrações no trânsito, embora também os que cometem mas não são pegos.
Assim todos os anos o dinheiro recolhido com o pagamento das multas deveria ser acumulado numa conta.
Terminado o ano todos os que não tivessem levado nenhuma multa solicitariam sua participação no prêmio.
Pegariam o valor total das multas descontariam lá uns custos para reembolsar o uso da caneta  esferográfica, do bloquinho amarelo e o protetor solar do agente de transito ou do seu guarda e o restante da bufunfa seria dividida entre os não multados...
Isso iria seguir assim até chegar ao zero absoluto... na gana de receber sua parte no prêmio ninguém mais cometeria multas.